CREMAÇÃO GANHA FORÇA NO BRASIL COMO OPÇÃO MODERNA E SUSTENTÁVEL DE DESTINO FINAL

cremação

 

A cremação está se consolidando como uma alternativa cada vez mais comum no Brasil. Atualmente, o procedimento responde por pelo menos 9% dos óbitos, segundo o Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep). A tendência de crescimento é clara: enquanto nos anos 90 existia apenas um crematório no país, hoje já são mais de 130 unidades em todas as regiões.

A busca por essa opção é motivada por uma série de fatores, incluindo menor impacto ambiental, custo-benefício, praticidade e a possibilidade de personalizar a despedida. “A cremação tem se consolidado como uma opção moderna, econômica e ambientalmente responsável. É uma escolha cada vez mais buscada por famílias que desejam uma despedida mais simples e sustentável”, afirma Dariê Patrício, porta-voz do Grupo Jardim da Saudade.

Além de preservar o solo e as águas subterrâneas, a cremação oferece mais liberdade para o destino das cinzas, que podem ser guardadas ou espalhadas em um local de significado especial para a família.


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RESTRIÇÕES LEGAIS E A IMPORTÂNCIA DO REGISTRO FORMAL

 

Apesar do aumento na procura, a cremação não é um processo imediato e possui exigências legais importantes. Mortes consideradas suspeitas, como acidentes em investigação, e casos que possam ser passíveis de exumação não podem ser cremados sem autorização judicial, uma medida que garante que eventuais investigações não sejam comprometidas. Além disso, as crenças religiosas ou familiares ainda são um fator determinante na escolha.

Um ponto pouco conhecido é que a vontade verbal de ser cremado pode não ser atendida. Se não houver uma autorização formal registrada em cartório, a decisão final fica a cargo da família. “Por isso, é fundamental registrar o desejo de ser cremado. Esse documento evita conflitos, assegura o cumprimento da vontade da pessoa e traz clareza no momento de dor da família”, reforça Dariê Patrício.

Com o avanço da informação, a expectativa é que mais famílias considerem a cremação de forma consciente, avaliando todos os seus aspectos práticos, ambientais, emocionais e legais.

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