DA DEPRESSÃO À INFLUÊNCIA DIGITAL: COMO A HIPNOTERAPIA TRANSFORMOU A VIDA DE FLÁVIA MARQUES

ALMIRANTE TAMANDARÉ

Aos 29 anos, Flávia Marques, moradora de Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, vivia um momento de profunda escuridão. Enfrentando um quadro severo de depressão, sobrepeso e uma desmotivação avassaladora, ela se via sem vontade de viver. “Eu estava com quase 100 quilos, sem vontade de nada. Sempre fui muito ativa, mas de repente veio esse vazio, essa vontade de desaparecer”, conta Flávia, cuja jornada rumo à recuperação começou através de um primo, que a apresentou à hipnoterapia.

A mudança foi quase imediata. Logo na primeira sessão, que durou cerca de quatro horas, Flávia sentiu o início de uma transformação profunda, tanto física quanto emocional. Combinando a terapia com outras mudanças em seu estilo de vida, ela conseguiu perder 25 quilos em apenas oito meses. Ao compartilhar seu processo nas redes sociais, Flávia não só atraiu uma legião de seguidores, mas também deu início à sua bem-sucedida carreira como influenciadora digital. “Quando a mente está travada, nada anda. A hipnoterapia me ajudou a destravar tudo: o corpo, as emoções, a minha vontade de viver”, relata.

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HIPNOSE CLÍNICA: CIÊNCIA POR TRÁS DA TRANSFORMAÇÃO

O terapeuta Renê Skaraboto destaca que a hipnose clínica vai muito além dos mitos e preconceitos associados aos “shows de transe”. “Não se trata de um ‘estado de transe mágico’, como se vê em shows. É um processo terapêutico sério, baseado em ciência, que acessa memórias e padrões inconscientes para promover mudanças reais na vida do paciente. Com consciência, responsabilidade e técnica, ajudamos o paciente a reorganizar suas emoções e enfrentar traumas que o impedem de seguir em frente”, explica Skaraboto.

Flávia buscou o tratamento em outros momentos delicados de sua vida, sendo o mais marcante o falecimento de seu pai. “Não conseguia lidar com o luto. Meu pai sempre foi muito presente. Parecia que meu mundo tinha acabado. A hipnoterapia não apagou a dor, mas me ajudou a aprender a conviver com ela e seguir adiante”, desabafa.

Segundo Skaraboto, o luto é uma das demandas mais recorrentes em seu consultório. “Muitos pacientes chegam dizendo que não conseguem respirar, que não têm mais sentido na vida. A hipnoterapia não elimina o sofrimento, mas ajuda a ressignificar a perda, oferecendo espaço para o recomeço”, afirma o hipnoterapeuta.

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