Preparem-se para uma batalha sem trégua nos pomares do Paraná! Casos de greening dos citros, a temida doença que devasta plantações, foram confirmados em Doutor Ulysses e Cerro Azul, no Vale do Ribeira. Em resposta imediata, o Sistema Estadual de Agricultura (Seagri) emitiu um alerta com medidas obrigatórias para conter o avanço dessa praga antes que ela dizime a citricultura paranaense!
A AMEAÇA INVISÍVEL: O HLB E SEU PODER DE DESTRUIÇÃO!
O HLB, causado pela bactéria Candidatus liberibacter, é um inimigo invisível, mas com um poder devastador. Ele compromete severamente a produção de frutas cítricas, colocando em risco a economia e o sustento de milhares de famílias. A resposta do estado é crucial: o objetivo é conter a propagação da doença antes que ela atinja uma escala catastrófica!
LEIA MAIS NOTÍCIAS NO METROPOLITANO
– Leia todas as notícias de Pinhais
– Leia todas as notícias de Rio Branco do Sul
– Leia todas as notícias de Quatro Barras
– Leia todas as noticias de Cerro Azul
– Leia todas as notícias de Piraquara
– Leia tudo sobre empreendedorismo no Brasil
MOBILIZAÇÃO TOTAL: REUNIÕES DE EMERGÊNCIA E NOVA OPERAÇÃO!
A situação é tão grave que o governo agendou uma reunião de emergência para esta segunda-feira (23 de junho), reunindo representantes estaduais e os municípios afetados. O encontro acontecerá na sede da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), em Curitiba, para traçar as estratégias de combate.
Mas a ação não para por aí! No dia 30 de junho, terá início uma nova edição da Operação Big Citros, dessa vez totalmente focada no Vale do Ribeira. Coordenada pela Adapar, essa iniciativa já provou sua eficácia em outras regiões do Paraná e agora tem a missão de manter a sanidade dos pomares com ações intensas de fiscalização e erradicação pontual das plantas doentes.
O VETOR SILENCIOSO E A ESPERANÇA NA RAPIDEZ!
Técnicos do IDR-Paraná também vão intensificar o monitoramento do psilídeo asiático (Diaphorina citri), o inseto vetor da doença. Serão instaladas armadilhas em todas as áreas produtivas da região, uma corrida contra o tempo para detectar a presença do psilídeo antes que ele se espalhe. A boa notícia, até o momento, é que o inseto não foi encontrado no Vale do Ribeira.
A doença atinge diversas espécies cítricas, como a valiosa poncã – de grande peso econômico na região – além de plantas como murta, Fortunella spp. e Poncirus spp..
Renato Blood, diretor da Adapar, é enfático: em caso de confirmação de contaminação, apenas a planta doente será erradicada. Segundo ele, o controle é possível, mas exige ação rápida e a colaboração incondicional dos agricultores. É uma batalha coletiva pela sobrevivência da citricultura paranaense!
A luta contra o greening é uma prioridade para o Paraná. Com a mobilização das forças de segurança, o monitoramento intensivo e a colaboração dos produtores, o estado busca proteger sua rica produção de citros e evitar um desastre econômico e ambiental.