Antes vista com ceticismo, a hipnoterapia hoje conquista reconhecimento científico e institucional. Desde 2018, a técnica é oficialmente reconhecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando sua credibilidade como uma alternativa de tratamento não medicamentoso.
A inclusão da hipnoterapia na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) impulsionou sua expansão. Atualmente, o tratamento já é oferecido em 27 estados brasileiros, auxiliando em diversas condições, como ansiedade, dor crônica, fobias e dependência química.
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QUEBRA DE TABUS
Para o hipnoterapeuta Renê Skaraboto, especialista em hipnose clínica, o reconhecimento público do SUS ajudou a quebrar preconceitos. Ele destaca que a prática é uma ferramenta confiável, mas reforça a importância de procurar um profissional com formação sólida.
“É fundamental que o terapeuta tenha formação sólida para garantir segurança e credibilidade para que o paciente se sinta seguro e alcance resultados reais”, explica Skaraboto.
BENEFÍCIOS NA PRÁTICA
A hipnoterapia estimula o autoconhecimento e ajuda no manejo de questões emocionais, comportamentais e de performance, seja nos estudos, no trabalho ou em esportes. Segundo Skaraboto, o reconhecimento pelo SUS é um marco que reforça a seriedade da hipnose como ferramenta de saúde pública.
“A disponibilidade do serviço varia de acordo com cada município, mas o reconhecimento pelo SUS é um marco que reforça a importância da hipnose como ferramenta de saúde pública. Isso abre espaço para que mais pessoas a vejam com seriedade e busquem o tratamento com consciência e confiança”, conclui.