Curitiba deu o primeiro passo rumo a uma infraestrutura elétrica mais moderna e segura. O prefeito Eduardo Pimentel realizou nesta quarta-feira (9/7) a reunião inicial para desenvolver um modelo de parceria público-privada (PPP) focado no enterramento do cabeamento elétrico da cidade. “Nós queremos inovar, investir e deixar um legado para a cidade. Nós queremos aproveitar esta oportunidade para trazer o que há de melhor para Curitiba”, afirmou o prefeito na abertura do encontro.
A reunião contou com a presença de importantes atores, como representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Companhia Paranaense de Energia (Copel). Além disso, participaram profissionais das secretarias municipais de Planejamento, Finanças e Orçamento, de Administração e Tecnologia da Informação, e do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), evidenciando o engajamento de diversas frentes no projeto.
A implantação da fiação elétrica subterrânea promete uma série de benefícios para a capital paranaense. Entre eles, destacam-se a modernização da infraestrutura urbana, o incremento na qualidade da distribuição de energia elétrica e telecomunicações, e a diminuição do risco de acidentes como choques e incêndios. A medida também visa reduzir o vandalismo e furtos de cabos, além de melhorar significativamente a estética da cidade, valorizar imóveis e facilitar a mobilidade urbana.
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Outro ponto crucial é a capacidade de suporte tecnológico. A rede aérea atual não consegue comportar com qualidade as novas tecnologias, como o 5G e a Internet das Coisas (IoT), que dependem de internet de alta velocidade e redes coletivas de dispositivos conectados. A fiação subterrânea permitirá um melhor uso de soluções inteligentes para órgãos públicos, empresas e cidadãos.
Gustavo Gimenez Nonato, chefe do Departamento de Projetos e Soluções de Infraestrutura Social do BNDES, ressaltou que a intenção é transformar Curitiba em um projeto-piloto, com grandes chances de ser replicado em todo o País.